iante das graves denuncias que estão sendo destacadas na imprensa, o prefeito do município de Curaçá, Carlinhos Brandão (PSD) pode ter prisão decretada pela justiça a qualquer momento. Além de haver várias denuncias no TCM, Polícia Federal, TCU, ministérios público Estadual e Federal referente a casos de improbidade administrativa, ele terá que explicar aonde meteu o dinheiro do FUNDEB que deveria pagar os salários dos professores.
De acordo a denuncia da APLB – Sindicato, a dívida com a categoria ultrapassa R$ 7 milhões, mas segundo informações da própria administração, até o final de dezembro a previsão é de que seja repassado para as contas do município o valor de pouco mais de R$ 3 milhões. São quase dois meses de salários atrasados, carristas, fornecedores e prestadores de serviços agoniados, comércio travado, professores com suas famílias desolados e o prefeito desaparecido da cidade.
Mas o dilema ainda não parou: a informação que chegou na manhã desta quinta-feira (24) à Redação do AP é de que mesmo o ano letivo não ter sido concluído é muito difícil os alunos recuperarem os dias parados. Segundo estimativa do sindicato, são 49 dias letivo perdidos restando pouco mais de um mês para terminar o ano.
Na última audiência realizada na segunda-feira (21), a justiça determinou que o Banco do Brasil repasse os valores bloqueados, cujo objetivo é pagar os salários em atraso.
Segundo informações, uma auditoria será formada a partir de janeiro pelo prefeito eleito, Pedro Oliveira (PSC), para apurar as denuncias de irregularidades. Diante de tantas denuncias, uma delas já é certa: o próximo gestor vai encontrar um rombo sem tamanho nas contas da prefeitura.
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